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(Des)equilíbrios em Saúde Mental

“Aqui e a vós voltarei quando, muito em breve, a RTP Açores transmitir o debate”, escrevi aqui há dias. E… Aqui estou, para partilhar convosco a série “Mental Talks”, integrada no “Lo(u)cotório”, um projecto promovido pela ARTAC na Região Autónoma dos Açores, que tem como principal objectivo “contribuir para uma comunidade mais informada em saúde mental e participativa no combate ao estigma associado à doença mental.”

Conforme o compromisso, partilho a ligação ao primeiro episódio onde eu, o Daniel Rijo e a Marta Bulhões, sob o mote “(Des)equilíbrios em Saúde Mental”, discutimos os determinantes socais da saúde/doença mental e o papel do estigma, da literacia e do auto e heterocuidado na promoção da saúde mental. Fizêmo-lo reflectindo, também, sobre estratégias e factores de risco de risco e protecção, incluindo questões associadas ao binómico vida pessoal e familiar/trabalho e o impacto do mesmo na saúde mental, além, claro está considerando as especificidades da Região Autónoma dos Açores, da reflexão de como a ciência pode informar as políticas públicas nestas áreas (saúde, social, educação, …) e de como os primeiros anos de vida são fundamentais para promover mais oportunidades de bem-estar e autodeterminação ao longo da vida.

Voltando a agradecer a confiança e o convite para dar o meu contributo para o projecto à sua coordenador científica (Célia Maria Barreto Carvalho) e à sua equipa de produção (Sara Ponte e Filipe Tavares), deixo também a ligação do 2º episódio, onde sob o mote “(Des)construir a identificação e o tratamento da doença mental” participaram a Joana Moura Cabral, o João Mendes Coelho e a Vanessa Goulart Amaral (https://www.rtp.pt/play/p12510/e732936/mental-talks-2023).

Deixo, ainda e finalmente, o convite para assistirem amanhã na RTP Açores (ou depois na plataforma RTP Play) ao 3º e último episódio, onde sob o mote “(De)stressar e conviver com a ansiedade” participam a @Maria do Céu Salvador, a Marta Rebelo e o Pedro Morgado.

Dizia, também no texto que mencionei na abertura, que este era um “projecto com uma imagem forte, com qualidade, pertinência, seriedade e, creio, impacto. Um projecto a seguir, a continuar e com potencial de inspiração para a acção de outras pessoas e entidades, de outros territórios, nesta importante área.” Dizia-o e reforço-o. Conforme reforço o meu – e penso, nosso, de todas as pessoas que participaram no projecto – compromisso com a missão de contribuir, dia-a-dia, “para uma comunidade mais informada em saúde mental e participativa no combate ao estigma associado à doença mental”. Para uma sociedade mais sensível e inclusiva, com maior equidade e com mais possibilidades de saúde, bem-estar e autodeterminação para todas as pessoas.

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