Há uma semana começava em Lisboa a International Summit on Psychology and Global Health – A Leader in Climate Action, momento histórico para a Psicologia a nível mundial.
Da Summit, organizada pela APA e pela OPP resultaram uma proclamação e uma resolução conjunta (https://lnkd.in/g8xZNab), além de compromissos de cada uma das 42 Associações nacionais e internacionais de Psicologia, dos 5 continentes,para promover os contributos da Psicologia e das/os psicólogas/os na crise climática.

Além de ter tido a oportunidade de trabalhar na sua organização, moderei na sessão aberta a mesa “Climate change and Psychology: Past, present and a better future” onde intervieram os tão inspiradores quanto conhecedores Janet Swin e José Palma-Oliveira.
Como aí referi, se a Psicologia estuda há décadas o comportamento, as suas motivações e a tomada de decisão,é urgente (re)posicioná-la como ciência que informa e que é decisiva na decisão política e no desenho das políticas.
“Encorajados pela recente onda de preocupação” mas também por uma de optimismo, assumamos, psicólogas/os, a nossa responsabilidade, multipliquemos e apliquemos o nosso contributo neste enorme desafio societal.

Pelas pessoas. Por um mundo com futuro. Por um futuro com mais bem-estar e equidade para todas/os.