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A morte da COVID é manifestamente exagerada

O jornal Inevitável desta semana volta ao tema da pandemia e dedica a sua edição a pensar e a reflectir o momento actual da COVID-19 e os diversos e múltiplos impactos da pandemia. Sob o mote “A morte da COVID é manifestamente exagerada”, reúne um conjunto de contributos, incluindo uma conversa/entrevista minha com a jornalista @Sónia Peres Pinto, que abaixo partilho.

Ao destaque da capa do jornal (“A ansiedade e os ataques de pânico aumentaram muito nas crianças e jovens”), a partir de um relato meu do que as colegas psicólogas e psicólogos referem relativamente às questões da saúde mental na população mais jovem, junta-se o destaque do interior da entrevista (“Não regressámos todos ao que éramos em 2019”), reflexão minha sobre a forma (diversa) e o tempo (diverso) do regresso à “normalidade” (dos eventos, das comemorações, do trabalho, …).

Além destes destaques, a entrevista foca outros aspectos, como são exemplo a ideia de que “o regresso a determinas as rotinas é um momento de celebração e de partilha”, fundamental à nossa identidade, ao bem-estar e à saúde mental ou a de que “não há hoje um psicólogo no SNS que tenha tempo para receber mais pessoas”, discutindo a necessidade de um investimento mais significativo e assertivo do Serviço Nacional de Saúde no reforço de profissionais de saúde mental, também porque as “pessoas com menos recursos são as que têm maior dificuldade em aceder-lhes”.

A quem possa interessar, partilho links para a entrevista completa nos sites Jornal i e Nascer do Sol.

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