“1. Torne-se um/a activista para nos assegurarmos que Trump não é eleito.
2. Não sucumba à tentação da complacência ou do cinismo. Os riscos são demasiado elevados.
3. Confronte as mentiras e falsidades com verdades e factos.
4. Não aceite a intolerância e o ódio.
5. Não recorra a insultos, bullying, intimidação, violência ou qualquer outra táctica que as/os apoiantes de Trump podem estar a usar.
6. Seja compassiva/o com as/os apoiantes de Trump mas firme na sua oposição.
7. Não perca tempo e energia a compadecer-se com pessoas que já concordam consigo.
8. Não decida ficar de fora desta eleição ou votar num candidato de um terceiro partido só porque não gosta especialmente de Biden e está cansada/o de votar no “menor de dois males”.
9. Manifeste-se, mas não esqueça que a acção política é mais que a manifestação.
10. Não se distraia com a mais recente publicação ou história sensacionalista do ou sobre o Trump.“
Com e face a Trump, mas…
Algo a retermos, a reflectirmos, quando, em Portugal, mais uma sondagem, ontem, confirmava uma força política com slogan “Limpar Portugal” como terceira força política em Portugal, eventualmente a caminhar para o mais alto resultado de sempre de uma terceira força política, nas eleições legislativas de Março próximo. Algo a retermos, a reflectirmos, quando, em Portugal, amanhã, está agendada para Lisboa uma XXXXXXXX [por favor escolher o nome] de pessoas com o mote “Contra a islamização da Europa”.
Robert Reich diz também no artigo: “Se quer fazer algo positivo, use a sua energia para combater a possibilidade de voltarmos a ter Trump como presidente”.
Com o final da semana à porta, aconselho, vivamente, o artigo e a reflexão de como devemos usar a nossa energia para combater a possibilidade de voltarmos a ter… Isso e recordarmo-nos, sempre, do quanto devemos a tantas e tantos que, abnegadamente e por nós, lutaram e arriscaram muito (por vezes a réstia de liberdade, outras mesmo a vida) para que em Abril próximo possamos comemorar 50 anos do 25 de Abril.