“Temos de revitalizar o século das luzes e reafirmar o nosso compromisso de honrar os seus valores de liberdade,respeito pelo conhecimento e democracia”.
Stiglitz a defender o respeito pelo conhecimento a par com a liberdade e a democracia, valores que urge defender contra movimentos que, com diversas motivações/organizações, prosseguem a opressão, o obscurantismo e o populismo.
Quando fronteiras (Suécia/Brexit) e muros regressam ao Mundo (EUA/Cisjordânia), progredindo até na Europa (Grécia-Macedónia-Sérvia-Hungria), há muros fundamentais a construir. Não entre países mas entre valores. Entre a liberdade e a opressão, entre a democracia e o populismo. Não entre o diverso conhecimento científico (inter ou intra-ciências) mas entre o respeito pelo conhecimento e o obscurantismo.
Urge reforçar a identidade dos psicólogos, sem muros internos, conforme urge afirmar a Psicologia no panorama da ciência, sem muros externos, pelo respeito pelo conhecimento, afirmando-nos pelo contributo junto das pessoas e comunidades nos principais desafios societais.

Na próxima 6F na #psicarreirassummit discutirei com o Eduardo Sá, o Jaime Ferreira da Silva e a Teresa Espassandim a Psicologia, sem muros, e o seu papel diferenciado e liderante na psicoterapia, no coaching e nas ciências comportamentais.