Tinha acabado de minutos antes concluir a minha intervenção usando de uma fantástica frase do Gonçalo M. Tavares no ensaio “O futuro do clima, o clima do futuro” – “mudar o possível na direccão do excelente”.
Essa intervenção, na “Mental Health in Workplace Summit” e com o título “SP500 – Segurança Psicológica e o seu papel nas organizações” (mais informações aqui) teve como objectivo maior sublinhar a centralidade da segurança psicológica em contexto organizacional como base e suporte de toda e qualquer acção de promoção da saúde mental e bem-estar de trabalhadoras e trabalhadores.
Minutos depois o Frederico Fezas-Vital pediu-me um contributo de apelo à participação de outras organizações, que pudessem e possam somar às já largas dezenas que subscreveram o “Pacto pela Saúde Mental nos Locais de Trabalho”, promovido inicialmente a partir do CRBL da Católica Lisbon School of Business and Economics. Fi-lo conjuntamente com a Katia Almeida, o James Mackie, a Mariana Ribeiro Ferreira e o Filipe Santos. Fi-lo, conforme agora partilho, procurando reforçar ser este o momento para um compromisso, também cívico e societal, das organizações se envolverem e se comprometerem com este tema e com esta dinâmica. Se comprometerem, pela sua produtividade e pelo seu desenvolvimento, claro está, mas também por toda a sociedade.
Fi-lo, depois e finalmente, apelando a que participem, façam parte, mas, essencialmente, sejam consequentes, porque…
Este é o momento de “mudar o possível na direccão do excelente”.