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Comportamento Filantropia

Não, não são todos iguais…

Os políticos são todos iguais. As instituições são todas iguais. Os polícias, os do partido X ou Y… Os católicos, muçulmanos, hindus, judeus ou budistas são todos iguais. Os do Benfica, Sporting, Porto. Os da cidade ao lado daquela onde vivemos. Do bairro ou da aldeia Z. Os americanos, os alemães, os chineses. Os empresários? Todos iguais.

 

Vivemos um tempo que conjuga a existência de abundante informação (e desinformação), as múltiplas, rápidas, repetidas e, normalmente, com pouco contexto formas como a informação nos chega e de necessidade de evocação muito rápida da informação para participação (social, e particularmente em redes sociais) e tomada de decisão. Um contexto que nos expõe profundamente a uma característica muito humana: a nossa tendência para a generalização, particularmente quando apenas temos informação parcial sobre algo. Tendência que, sucessivamente, nos expõe à nossa tendência para polarização e criação de grupos. Que sucessivamente…

 

Não, hoje não vou por aqui.

 

Antes, convido-vos a conhecerem – quem não conhece – e/ou lerem/escutarem o Carlos Goncalves, grande impulsionador e líder de sempre da Casa Mendes Gonçalves e fundador da Fundação Mendes Gonçalves em conversa com a Cátia Mateus (O CEO é o limite).

 

Não vou eu escrever sobre ele para, também eu, não trazer mais viés a este texto. Apenas vos deixo este convite na certeza de que não, os políticos, os, as, os, as, os, … não são todos iguais. Os empresários e os líderes também não. O Carlos Goncalves mostra-o, todos os dias.

 

Obrigado, também por isso.

 

Link para reportagem e para o podcast 

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