“Um povo que não conhece a sua história está condenado a repeti-la.”
Esta “mundividente” frase de Edmund Burke (sec. XVIII), ganha actualidade a cada dia e a cada acontecimento. É uma frase “moderna” do pioneiro no “conservadorismo moderno” e é uma frase que ganhou ontem relevo no espaço público português ao ser referida pelo Presidente da República na declaração ao país pós aprovação do diploma de renovação do estado de emergência pela Assembleia da República.
Frase referida enquanto âncora de reforço para alguma “contenção” sobre o início do fim do segundo dever de recolhimento obrigatório que deriva da história, reflexão e aprendizagem dos últimos meses relativa à evolução da pandemia mas que poderia (e deveria) ser lida, de forma mais abrangente, nos seus impactos mais amplos e na recuperação (das pessoas e do país) e preparação (das pessoas e do país) para futuros desafios e crises. Recuperação e preparação que não pode desconsiderar a saúde psicológica das pessoas.
Sobre isto reflectirei ao final da tarde de hoje num webinar da Editora PACTOR (“Pandemia 2.0 | Como enfrentar o segundo ano”) com participações de Sandra Correia, Bento Rodrigues, Mauro Paulino, Mauro Sousa Vicente e Luís Rocha Graça.