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COVID-19 Psicologia

17.5

Neste 17.5, dia muito importante para a minha família, comemora-se o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Nele celebra-se o caminho percorrido pela não discriminação e pelos direitos LGBTIQ enquanto direito humano fundamental. Com ele celebram-se, também, todos os direitos humanos na sua universalidade e a aspiração da cabal concretização dos mesmos junto de cada pessoa em cada circunstância ou lugar deste Mundo.

Este dia e as conquistas nesta matéria, importantes ainda que insuficientes, resultam em parte de uma ligação entre o activismo social e político com o aprofundar do conhecimento e evidência da ciência.

Sobre a necessidade de nos activarmos e de não “normalizarmos” o que não é nem pode ser o esperado, conversei com a Margarida Alpuim para o trabalho “Que apatia é esta que andamos a sentir?” onde reflectimos sobre o continuum entre um certo “definhamento” e o florescimento – enquanto capacidade de nos cumprirmos e de cumprirmos o nosso potencial – adaptação, autocuidado e ajuda profissional e a necessidade de termos objectivos, propósitos, algum controlo e previsibilidade.

Também sobre a necessidade de nos activarmos escrevi um artigo para a minha rubrica (Ao redor…) da Revista Sábado a propósito de Odemira que aqui partilharei em breve.

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