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COVID-19 Desafios da Psicologia

2021, resistir, recuperar.

“Começar o novo ano sem esquecer que resistimos a 2020”.

Foi esta a frase que a TSF destacou de um trabalho gravado em Dezembro que resultou na peça que aqui partilho e num vídeo/página dos jornais JN e DN que titulava:

“É impossível recuperarmos o nosso país se não recuperarmos as pessoas”.

Esta noite inicia-se um novo período de (no mínimo) 4 semanas de dever recolhimento domiciliário, dever a que não queríamos (e/ou pensávamos) voltar. “Vai ser um ano ainda com muita incerteza e para o qual nós entramos já muito fatigados”, disse também, lembrando que é-nos cada vez mais difícil lidar com esta situação e ser rigorosos no nosso comportamento, tal a exaustão da pandemia e da hipervigilância e não-espontaneidade que dela resulta. Que é-nos cada vez mais difícil, também, porque as nossas vulnerabilidades (psicológicas, mas também sócio-económicas) são hoje ainda mais significativas.

Olhemos à nossa volta e reflictamos sobre quem nos rodeia, muitas/os hoje mais frágeis e menos capazes de se adaptar a mais um desafio dentro do grande desafio. Serão semanas duras em que precisaremos de mais ajuda. Nossa, de autocuidado. De outros, pessoas próximas ou de profissionais.

Como a 2020, resistiremos ao início de 2021 e recuperaremos o país, recuperando as pessoas e o seu bem-estar. Juntos.

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