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Psicologia Tecnologia

(só) 13 anos de iPhone.

iPhone

A 9.1.07 Steve Jobs apresenta-o na Macworld. “De quando em vez um produto revolucionário muda tudo”, diz.

Penso… Há 13 anos e 1 dia apenas a sua equipa conhecia a palavra iPhone. Hoje tantos a conhecemos e reconhecemos o seu legado no desenvolvimento dos smartphones e seu enraizamento no modo de vida de tantas pessoas.

Sinto este enraizamento com a “minha” Courrier Internacional. Há largos anos que a cada mês a leio. A deste mês trata também de “um ‘produto’ revolucionário (que) muda tudo” – os algoritmos que decidem.

Sistemas de inteligência artificial que analisam dados para identificar riscos de maus tratos, reincidência criminal, doenças, etc.

Sistemas desenvolvidos por seres humanos e, assim, potenciadores dos seus preconceitos e enviesamentos. Sistemas discriminadores de mulheres em concursos, de minorias na saúde e na justiça. Sistemas que erram e que necessitam de uma “reflexão ética profunda e de supervisão” (Hannh Fry; Olá Futuro).

Sistemas (e revolução, portanto) que precisam da Psicologia: do seu conhecimento da pessoa e da tomada de decisão; do seu insight ético; do seu papel nas adições “à tecnologia” ou nos desafios das transformações na educação e no mundo do trabalho…

Enfim, do seu papel na adaptação (também psicológica) da pessoa a (mais) esta revolução.

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