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3 Antónios; 3 “T”

Guterres, Damásio, Horta-Osório. Três “Antónios” que além-fronteiras projectam e afirmam Portugal pelas melhores razões em três áreas distintas: Guterres na política, pela confiança; Damásio na ciência, pela verdade; Horta-Osório na gestão, pela transparência.

Recordo-o ao sabor dos três “T” de uma explicação recente de W. Ischinger a F. Zakaria acerca das razões determinantes da cooperação – Trust (confiança); Truth (verdade); Transparency (transparência) – e da importância da cooperação na resposta aos grandes desafios societais actuais e futuros. Cooperação hoje essencial, entre ciência (profissionais), decisores e media, na resposta à pandemia. Cooperação amanhã essencial, entre decisores políticos, na resposta para a recuperação das pessoas e do país.

Pensar o dia de ontem – dia com o actual maior número de vítimas mortais da pandemia e das eleições presidenciais de 2021 – também implica reflectir sobre a confiança, a verdade e a transparência dos “actores” e a cooperação e não-cooperação que daí pode resultar. Uma cooperação que nos deve mobilizar, para que como os “Antónios” nos mostram possível, cumpramos Portugal. Um Portugal de direitos, de bem-estar, de exemplos e referência.

Um Portugal possível.

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