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Crítica-Elogio

Hoje começa uma semana muito importante para mim e para um conjunto de pessoas que, primeiro confiaram no meu contributo para reflexão e desenho de um plano estratégico, depois confiaram-me o meu actual papel e, finalmente, me acolheram. Será uma semana com um conjunto de iniciativas no âmbito do lançamento da @Fundação Mendes Gonçalves, iniciativas estas que começam hoje e culminam, quarta-feira, dia 23 de abril, com o evento público que o assinala. Até lá, duas sugestões:

  1. Se quiserem conhecer mais e acompanhar a actividade da @Fundação Mendes Gonçalves, sugiro seguirem o perfil aqui no LinkedIn que já nos próximos dias passará, com regularidade, a partilhar e informar sobre a acção da Fundação;

  1. Noutro prisma, partilho abaixo mais um episódio do “Descubra as Diferenças” do canal Canal S+ onde, com a Irina Gomes, desta vez converso e reflicto sobre crítica e elogio.

Depois de o haver feito em torno do binómio “revolta-apaziguamento” [1ª temporada | https://lnkd.in/dqWv82uw] e do binómio “indiferença-empatia” [2ª temporada | https://www.linkedin.com/posts/tiagoandpereira_sa%C3%BAde-activity-7304782430350024704-Sf13?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAABUdsUoBSQRUD9nKHxubGYmf2eFYmTQWxqU], voltei para, desde logo, procurar sublinhar a relevância que a crítica, quando construtiva, assume no nosso processo de reflexão e melhoria, particularmente, na nossa forma de comunicar, decidir ou agir. Também para assinalar a importância de prepararmos e reflectirmos o momento, o contexto e a forma de realizarmos críticas, considerando o impacto que podem ter na/o outra/o e termos presente que, enquanto seres humanos, a nossa tendência – a tendência de quem recebe feedback – é, em geral, considerar mais os aspectos menos positivos da comunicação face aos mais positivos.

Falamos, também, da importância da segurança (psicológica), do reconhecimento e da legitimação/validação no quadro das relações e do feedback. Do elogio, do auto-elogio e da relevância de reconhecermos o que conquistamos/conseguimos. Ainda de liderança e da importância de quem lidera construir relações de confiança e presença e de adoptar estilos de comunicação não-ambivalentes, para que o seu feedback possa ser validante, acolhido e promotor de desenvolvimento em contexto profissional. Falamos, finalmente e não menos importante, de relações de proximidade (amorosas, filhas/os-pai/mãe, …) e de como a crítica/elogio é determinante na comunicação e na nossa relação connosco e com as outras e outros.

Espero que gostem… E venha de lá esta semana que, significativamente (para mim), termina a 25.4.

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