
Perdemos Morricone, fabuloso compositor que nos deixou 6 décadas de produção de míticas bandas sonoras (do “O bom, o mau e o vilão”, passando pelo muito marcante “Era uma vez na América” ao recente “Os 8 odiados”).
Filmes, mais filme, pela música de alguém que dizia que o “segredo [da sua] produtividade [era] não saber fazer mais nada na vida”.
Amanhã decorrerá o 9º #debateà5a. Live da Ordem dos Psicólogos Portugueses por mim promovido e moderado que procura aprofundar temas que cruzam (desafios da) sociedade e contributos da ciência psicológica com o mote, simples, de promover mais perspectivas. Esta edição, intitulada “Estudar, ensinar e investigar a Psicologia, hoje”, conta com António Gomes, Marta Moreira Marques e Saul Neves de Jesus.
Morricone tinha a meu ver outro segredo: a capacidade de adaptação e resposta aos desafios de cada filme, sempre acrescentando-lhe em benefício de quem como eu os via.
Algo, creio, com paralelo com as últimas 6 décadas de desenvolvimento da ciência psicológica, também pela sua adaptação e resposta aos complexos desafios da sociedade nos últimos anos e à pandemia nos últimos meses.
Sobre isso reflectiremos, pensando o estudo, ensino e investigação da Psicologia hoje, voltados para o futuro e para o compromisso com a promoção da equidade e do bem-estar.
09.07.20; 22h; aqui