Categories
Psicologia

13.4.21

O meu 13 de Abril pós-2013 (esse 13.4.13) é e será sempre especial. Pela imensa felicidade do dia e do dia que se lhe seguiu. Pelo sentimento de pertença que me trouxe.

8 anos volvidos, no e nos momentos que vivemos, é mais desafiante e recorda-nos onde estamos, o que somos e para onde caminhamos. Chega, curiosamente, um dia após a publicação do artigo “Se eu não cuidar de mim…” centrado na importância do autocuidado, sempre e particularmente quando nos confrontamos com momentos de maior vulnerabilidade e/ou crise.

Nele evoco A. Damásio quando lembra que somos “máquinas de sentir que pensam” e que, por isso, devemos intencionalizar o autocuidado. Afirmo que este “não é e está igualmente acessível a todas/os” sendo fulcral “que à exigente situação de dificuldade e de sofrimento das pessoas” não acresça a “injusta e potencialmente culpabilizante responsabilização (individual) pelos obstáculos que se lhe colocam na adopção de comportamentos e estratégicas de autocuidado”. Termino-o reforçando que “cuidar de nós é cuidarmos de todas/os” porque “existimos na e pela relação connosco, com as/os outras/os e com o que nos rodeia”.

Cuida de ti todos os dias. Ao fazê-lo, cuidas de mim. Sempre.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *